Altos silêncios da noite e os olhos perdidos,
Submersos na escuridão
das árvores
Como na alma o rumor de um regato,
Insistente e
melódico,
Serpeando entre pedras o fulgor de uma ideia,
Quase
emoção;
E folhas que caem e distraem
O sentido
interior
Na natureza calma e definida
Pela vivência dum corpo
em cuja essência
A terra inteira vibra
E a noite de estrelas
premedita.
Rui Cinatti

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