Chispa uma estrela
No isqueiro
— Camarada rotineiro
De sonho avulso e
barato
Na minha cela —
E por um segundo,
Sou o mago, insulso,
Aziago
e pacato,
Que neste dia amargo
Crispa na mão fechada
A mais bela e
amada
Estrela do mundo...
António Cardoso

Sem comentários:
Enviar um comentário