És tu que não tens maldade,
És tu que tudo mereces,
És, sim,
porque desconheces
As podridões da cidade.
Vives aí nessa herdade,
Onde tu foste criada,
Aí vives desviada
Deste viver de ilusão:
És como a rosa em botão,
Tu és pura e imaculada.
António Aleixo

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