Eu era uma
triste escrava ,
ai! E que bem triste escrava ,
O meu senhor vestiu-me
e
zangado batia-me
e pensava-me as chagas
co’o mais doce
licor ;
E limpava-me as
f’ridas
E eu era
triste escrava
- que ben ba par
bàe.
Recolha de Marcelino Marques de

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