Mãos, mãos negras que em vós estou sentido!
Mãos pretas e sábias que nem inventaram a escrita nem a rosa-dos-ventos
mas que da terra, da árvore, da água e da música das nuvens
beberam as palavras dos corás, dos quissanges e das timbilas que é o mesmo
dizer palavras telegrafadas e recebidas de coração em coração.
Francisco José Tenreiro
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