Como dizer-te, meu amor,
do acre, da folha tombada
por sobre o cabelo da criança
suspensa no inexprimível
nada de nada?
Como se modula o silêncio?
Que medida para o sangue
tumultuando nos rumores
de cada manhã?
Heliodoro Baptista

Sem comentários:
Enviar um comentário